QUASE * Almost

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Foto: Cindy Knoke

Ivonete Stechi,  a nossa conversa acabou assim…

Voar tanto, tanto!

Até não caber mais dentro do céu!

Voar tanto, tanto!

Até repousar e  refletir em  águas vacilantes e sinuosas.

Na contemplação de  outros  voos,  nos  assistimos  distorcidos e imperfeitos…

Pousados sabemos muito pouco,

de asas fechadas serviremos pra muito  menos.

Não somos nada diante de  criações tão infinitas.

Voaremos melhor na próxima  vez!

Com as mesmas asas,

mas enxergando quase e  desejando tudo!

 

 

 

 

 

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48 comentários sobre “QUASE * Almost

  1. Ana,
    Seu poema me remeteu ao poema “Ismália” de Alphonsus de Guimaraens:
    “E como um anjo pendeu
    As asas para voar…
    Queria a lua do céu,
    Queria a lua do mar…”
    Em que as asas são o contato do humano com o vir a ser, com a incógnita. Desejamos “voar tanto, tanto” que nos perdemos nos desvarios do sonho. Todos nós sonhamos e o lirismo da poesia é a ponte a nos unir a esse mundo da fantasia, do desejo.
    Graças a Deus ganhamos asas para alçar esse voo poético.
    Belo poema!

    Curtido por 4 pessoas

  2. ANA que decirte como agradecerte eres la primera persona que apoyo mis garabatos y este año que termina me fue muy bueno al conocer personas que siguen lo que escribo… eternamente gracias ANA as sido muy importante tu compañía, te deseo termines bien el año y que el que viene te de el doble de satisfacciones,de lo que desea tu corazón que es lo que te mereces, un fuerte abrazo y muy felices fiestas

    Curtido por 4 pessoas

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