SILÊNCIO INFINITO * Infinite silence

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O silêncio rasgou o peito. Entorpeceu.
De tão secas, as flechas entristeceram o alvo.

A pele exposta range de dor.

A sentença atropelou os anos,
Arrancou raízes,
Mas a tinta vermelha ainda escorre.

Aqui estão os buracos,  num vazio infinito.
Doridos não dormem. Doridos não drenam,
E sequer alcançam a margem do outro lado.

Ana Teixeira – Junho, 2018

             

                       

                                                                                                                                                   

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