REMANSO-Calm

Lembrei-me de ti,

como fio e sinal destravando num remanso.

Lá o seres eram resumos e promessas

e todo leve pousava em recifes.

Todos os olhares concebiam,

todas as bocas eram  concediam e renunciavam…

Mistura rasa em solo de frutos,

Transcendendo febre em beleza.

Como sinfonias rajadas,

Como cânticos esquecidos de dormir.

Lembrei-me de ti…

Da sua voz… do seu silêncio…

A manhã ainda atropelava-se em cirandas,

A sua tez calava e morria.

Escrevia palavras,

Rasgando tinta como papel.

Toda a água desabou,

Fazendo da luz correr virtudes.

Permiti espaço, braço,

gestos e dissonâncias.

Lembrei-me de ti…

No remando de um dia avarandado…

 

Anúncios

Um comentário sobre “REMANSO-Calm

Deixe seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s